“NÃO FAÇAS AO PRÓXIMO O QUE NÃO QUERES QUE SEJA FEITO A VOCÊ”, Hillel

Muitos sábios, em todos os tempos, diante da existência de uma linha judaica de pensamento, tentaram com suas interpretações e palavras, domar o comportamento equivocado dos homens em relação a seus vizinhos, em diversos momentos da história da Humanidade.

Usaram de alguma forma, um tipo de expressão para convencimento, parecida com a que está no cabeçalho deste texto, proferida pelo conhecido, admirado e seguido por muitos, Hillel, o ancião, há cerca de dois mil anos.

A ideia central desta máxima que pode ser utilizada como um mandamento divino reside no fato de que o homem foi projetado à semelhança de Deus, portanto, deve ser amado pelo próximo como este ama a seu próprio Deus único.

Nestes dias, após minha ida à Anussim Brasil de Ponta Grossa, onde tive a honra de me encontrar com os filhos dos forçados e pude trocar preciosas informações que me colocaram diante de um dos mais atuais e relegados temas do judaísmo contemporâneo, iniciei minha caminhada em direção a compreensão do assunto que é extremamente simples, de solução mais simples ainda, mas que vem sendo transformado num cavalo de batalha por gente que ainda não consegui identificar direito mas que sinto ter interesses inconfessáveis e que por isso mesmo está trabalhando para dificultar a solução deste caso que não é nenhum monstro mas que vem sendo transformado numa hidra de mil cabeças.

Na semana passada, escrevi um texto no qual afirmei minha disposição de entrar nesta briga. Já entrei. Vou agora contar para os meus leitores o que aconteceu de segunda-feira última até hoje.

Meu texto suscitou alguns ódios de pessoas que foram devidamente bloqueadas de minhas redes sociais vez que não tenho tempo a perder com loucos. Estes estão pensando que entrei em campo para roubar espaço de um ou de outro, o que não é verdade. Entrei em campo com a camisa nove. Jogo no ataque. Para fazer os gols necessários à vitória do meu time e vou golear. Respondi algumas questões e deletei as figuras por sentir nelas a vontade de tumultuar meu caminho. Não vou deixar.

Recebi na MENORAH as pessoas da Shaarei e da Pnei Or. Com eles troquei ideias e aprendi um pouco mais.

Me encontrei para um sadio bate papo, altamente esclarecedor, com o amigo Isaac Kayatti. Este me contou sobre Ventura, De Leon, Nun e Saul o diplomata.

Entrei em contato com a CONIB, buscando conversar com o presidente que esteve ocupado mas foi gentil colocando na fita Sérgio Napchan, contratado para administrar a participação do guarda-chuva judaico nacional em relação ao tema e que está enfrentando certas dificuldades que tenta ultrapassar.

Vou continuar na minha tentativa de conversar com o presidente da CONIB, vez que tenho uma sugestão para oferecer a ele.

Por enquanto, não quero ultrapassar ninguém e muito menos atropelar.

Estou colhendo informações. Já sei em quem tenho que bater para sacudir esta poeira mas nada vou fazer antes de conversar com as forças antagônicas e tentar avançar em direção à solução da questão que ao contrário do que se diz por aí, não é complicada e, muito pelo contrário é de uma facilidade cristalina.

Nesta semana vou conversar com Samuel Benoliel, com o senhor Nun e com Saul o diplomata.

Há quem esteja me incentivando a conversar com o professor Ventura. Não vejo empecilho, mas ainda não entendo que seja a hora. Caso ele queira falar comigo, terá a oportunidade.

Quero apenas deixar claro que trabalho voluntariamente, por conta própria e em busca de fazer com que se materialize a ideia de Hillel que está baseada no mais recôndito princípio judaico que nos ensina a tratar o próximo como queremos ser tratados.

Estou disposto!

Vamos em frente pois o caminho não é tão espinhoso mas será longo. Para os interessados que há tanto estão nesta briga, peço apenas um pouco de paciência. Estamos avançando.

Ronaldo Gomlevsky

Ronaldo Gomlevsky
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Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

2 Comentários

  1. Nós, bnei anussim, não precisamos de outros Jesus, pseudo-salvadores, tenham eles o nome que for. Não precisamos de santos. Só temos um único e indivisível Deus, Ele está vendo nossa aflição e a nossa luta e nos redimirá em boa hora. Parabéns, Ronaldo Gomlevsky, continue na luta, seja um goleador, jogue como centroavante no time do Eterno, nosso Deus, grande será a sua recompensa nesta vida e na vindoura. Não se importe com crítica de néscios, autênticos pernas-de-pau que só sabem fazer falta no atacante adversário e matar a jogada. Os bnei anussim não pertencem a A, B ou C mas somente ao Eterno.

  2. Querido Ronaldo, Realmente juntando você com o More Ventura não ficará pedra sobre pedra.

    A Vitória será do Judaísmo!!

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