O que você precisa saber sobre o projeto de Israel de expulsar 38.000 imigrantes ilegais

Massa de manobra política contra o governo atual, a situação dos imigrantes ilegais muçulmanos africanos em Israel é complicada.

É assustadora a gritaria mundial, principalmente dos judeus norte-americanos eleitores de Obama em relação ao projeto do governo de Bibi Netanyahu para expulsar 38.000 imigrantes africanos ilegais que estão em Israel há alguns anos. As notícias atuais não mostram ao leitor qual é esta questão. Elas apenas indicam o ‘absurdo’ e a ‘vergonha para todos os judeus’ de permitir esta expulsão.

A repulsa à decisão de Netanyahu vem no bojo da repulsa de qualquer decisão de Netanyahu por ele ter aceitado e se aliado à Trump. Obviamente, leitor e leitora, você jamais viu tamanha repulsa por Bibi ter se aliado à Obama, ou a Bush. Também nunca viu este tipo de guerrilha judaica norte-americana democrata sobre as alianças de qualquer governo israelense, de direita ou de esquerda, com qualquer governo norte-americano democrata ou republicano. Portanto, é uma batalha conceitual de propaganda realmente.

E esta guerrilha parte do conceito de que as pessoas se esquecem das notícias, o que é mais pura das verdades. Os mesmos grupos que estão enojados com a provável expulsão dos 38.000 imigrantes africanos ilegais de Israel, são os grupos que instigam a Europa a aceitar os imigrantes ilegais a africanos e sírios. Portanto são, pelo menos, coerentes em sua ignorância.

Em primeiro lugar, estes 38.000 imigrantes ilegais africanos em Israel são muçulmanos africanos, vindos todos de países INIMIGOS DE ISRAEL, de países que não reconhecem Israel, e com os quais Israel não possui relações diplomáticas. Eles foram acolhidos em Israel, inicialmente, por ONGs da esquerda judaica com qual propósito? Aparentemente só um: desestabilizar o governo do partido que detestam. Nada de humanismo aqui. Apenas agenda partidária de esquerda.

A infiltração destes africanos começou no primeiro governo de Netanyahu nesta sequência em que ele vem sendo reeleito democraticamente pelo povo de Israel. O motivo do governo e do IDF não terem agido com rigor na fronteira do Negev, ainda carece de uma profunda investigação pública, que nenhuma instância israelense está disposta a conduzir.
Além destes 38.000 muçulmanos, também entraram ilegalmente no país outros 22.000 cristãos, principalmente vindos do Sudão. Estes sim, refugiados de fato pois eram perseguidos pelos muçulmanos do Sudão. Mas isto foi ANTES da Partilha do Sudão, separando as religiões. Aqueles 22.000 já voltaram para o Sudão do Sul que se tornou a área cristã, recebendo uma pequena compensação financeira.

Já estes 38.000 que ficaram, compõe uma massa de manobra na mão dos inimigos do governo atual. Não são meros refugiados. Não estavam sendo perseguidos pelos seus próprios governos. Não estavam sendo mais pressionados economicamente em seus países do que os milhões restantes das suas populações.

Entre eles há pouquíssimas mulheres e quase todos são homens em idade de serviço militar. São um contingente de infiltração muçulmana para dentro do Estado Judeu. São responsáveis por dezenas ou talvez centenas de estupros de moças e mulheres israelenses. Quase sempre são presos e alegam que “o estupro é um componente étnico cultural deles” e não um crime. Que crescem com certeza islâmica de que PODEM E DEVEM estuprar mulheres e moças muçulmanas solteiras e viúvas e é claro, infiéis, sejam solteiras, viúvas ou casadas. Não faltam em Israel noticiários policiais dos últimos anos com estes dados e declarações. Estes imigrantes ilegais não tem trabalhos formais em Israel. A maioria deles vive na marginalidade, apoiados por ONGs até mesmo para sobreviver e cometem pequenos crimes com os quais a sociedade israelense não deve ser obrigada a conviver.


Em algumas das várias manifestações em Israel nos últimos há um dos grupos muito articulado por ONGs que usa a propaganda mentirosa para conseguir factoides e fotos impactantes como a que você pode ver acima. Nela, dois dos imigrantes ilegais com bocas tapadas por fitas adesivas posam para a foto. Um deles tem um cartaz que diz: “Países africanos garantem o status de refugiados a muitos sudaneses. Em Israel zero por cento dos sudaneses são reconhecidos como refugiados”. É linda, não é? Uma mensagem absolutamente verdadeira e que convence a qualquer um. Mas esquecem de mencionar alguns detalhes: (1) O Sudão não reconhece o Estado de Israel, por que Israel deveria reconhecer os cidadãos sudaneses? (2) O Sudão através de seu presidente é um país que promove a revisão histórica total em relação aos judeus. Anos atrás a presidência do país declarou que “Jamais houve judeus vivendo no Sudão. Existem apenas aqueles enterrados no cemitério do centro da capital, que será recoberto de terra para a construção da nova estrada para o aeroporto.” Então, por que cargas de areia Israel tem aceitar sudaneses muçulmanos em suas cidades?

Existem em Israel, até mesmo grupos de sobreviventes do Holocausto enganados por estes ilegais, achando que já que ninguém os acolheu quando perseguidos, Israel tem o dever de acolher ‘os perseguidos’. Mas estes cidadãos nonagenários parecem não compreender que há 58 países muçulmanos para onde muçulmanos que não aceitam a existência de Israel podem e devem ir.

Há dois ou três anos atrás, um grupo de judeus levou uma câmera para a Zona Sul de Tel Aviv, onde se concentram estes ilegais muçulmanos e começou a entrevistá-los. As declarações foram estarrecedoras. Uma delas precisava ser ouvida por cada judeu que existe no mundo. Ao ser perguntado o motivo de ter ido para Israel e não para outro país muçulmano, o imigrante ilegal simplesmente declarou: “Eu vim para Israel, por que aqui é a terra dos muçulmanos e não a terra dos judeus.”

Multiplique por 38.000 e divida pelos judeus democratas e de esquerda que defendem esta corja que está ilegalmente em Israel.

Por que não foram ainda deportados?

É simples. A legislação internacional sobre deportação de ilegais é muito clara: eles podem ser deportados apenas para seus países de origem, onde são cidadãos ou pelas fronteiras que cruzaram ilegalmente. Como fazem parte de um enorme projeto islâmico de infiltração em Israel e na Europa, seus países de origem não só não os aceitam de volta, como não existe como Israel sequer falar com eles, pois não há representantes diplomáticos. E o Egito é muito mais forte que Israel nesta questão e já deixou bem claro que Israel não pode devolvê-los para o deserto do Sinai.

E aí resta ainda a questão do antissemitismo mundial que já está introjetado em muitos judeus, principalmente norte-americanos: os judeus não tem direito a conquistar e manter suas fronteiras; os judeus não tem direito de definir onde é a capital de seu país, aliás, não tem direito a ter um país; os judeus não tem direito a se defender de quem parte para matá-los; então é óbvio que os judeus não tem direito de deportar seus imigrantes ilegais, como fazem todos os países do mundo.

José Roitberg
About José Roitberg 336 Articles
Jornalista, professor sobre o Holocausto formado no Yad Vashem e pesquisador sobre a história dos judeus e do Rio de Janeiro.

9 Comentários

  1. É a mais pura verdade. Desde a destruição do segundo Templo que os judeus não têm mais direito a constituir uma nação. Essa invasão está ocorrendo pelo mundo todo. No Brasil estão entrando por todos os lados de nossas imensas fronteiras. Como somos um país de merda que não proporciona aos seus compatriotas saúde, educação e aí sim ordem e progresso, inexiste cadastro informatizado ou o simples registro em papel nas delegacias, mesmo que não conste em banco de dados sobre essas pessoas intolerantes para com todas as religiões existente no mundo, pretendendo imobilizar a todos as nações para o terrível dia do Armagedom. Por aqui, nossos principais governantes fazem vista grossa para o que acontece diariamente e nossas fronteiras e as forças armadas conjuntamente. A Grécia em tempos muito antigos tentou impor aos hebreus sua cultura, substituindo todos os princípios da TORA e os costumes do povo hebreu anulando-o por completo com a conivência de um Rei e seu séquito. Hoje não é diferente com partidos e seus líderes. É necessário urgentemente se levantar em Israel um homem como Judas Macabeu para colocar a casa em ordem, pois aqueles tempos são os tempos de agora!

  2. Infelizmente o artigo do Sr. José Roitberg está baseado em fatos falsos, assim chamados “fake news”, distilados pela propaganda de extrema direita do atual governo israelense.
    Os refugiados africanos não têm para onde voltar, na Eritréia se tornariam escravos do governo, servindo o exército até o fim de suas vidas.
    Sabe-se de pessoas que encontraram a morte ao chegar na Ruanda e na Uganda pelo “acordo” de Israel com esses governos.
    Existem milhares de “penetras” da Ucrânia e outros países que não estão sendo expulsos: pessoas brancas de olhos azuis.
    Pessoas que deixaram o Brasil durante a ditadura militar e descendentes de refugiados da Alemanha nazista,(como eu) não entendem como o governo de Israel pode perseguir e deportar refugiados de outros países por motivos bastante similares….
    Acho absurdo que o Estado Judeu, fundado sobre as cinzas de todos os milhões de judeus sacrificados pelo antissemitismo de dois mil anos, culminando com o holocausto, possa tomar a atitude de deportar fugitivos de outros países que buscam refúgio aqui.
    Vamos ver se publica, Ronaldo.
    Abraços
    Miriam Nathan.

    • Antigmaente quando judeus não gostavam do que eu publicava sobre Israel e sobre os judeus, chamavam-me apenas de mentiroso. Hoje, todos incorporaram o termo fake news (notícias falsas) e passaram a utiliza-lo para criticar mais as notícias com as quais não concodam que as notícias de fato falsas. O curioso é que tanto a Miriam quanto o xará José, mais acima, parecem me acusar de alguma atitude contra os negros. Mas a atitude é contra os muçulmanos que estão ilegalmente em Israel. Eles são de fato negros, mas esta não é a questão. O curioso é que Miriam também não nos conhece e nos desafia a publicar. Não estamos publicando pelo desafio, mas por ser nossa atitude normal. Se a Miriam for verificar, temos entrevistas na TV desde com o Bolsonaro, até com a Jandira Fecghali. Falamos com todo e ouvimos a todos. Mas temos nossa posição política absolutamente aberta e conhecida.

  3. Lamentável a quantidade de inverdades e meias verdades apresentadas nesse artigo cheio de ódio e com cheirinho de racismo. Vivo em Israel e discordo dos dados apresentados pelo autor. Houve sim alguns pouquíssimos casos de estupro, mas não “dezenas ou centenas” como afirma Gomlevsky. Não são apenas “velhinhos nonagenários” sobreviventes do holocausto que se opõem à essa expulsão de duvidosa moralidade. São centenas dos mais importantes artistas e intelectuais de Israel, mais de 1000 cientistas e professores universitários e dezenas de pilotos da EL AL que já declararam que não transportarão essas pessoas se eles não saírem por vontade própria.
    Esses infiltrados ilegais não são uma “quinta coluna” como tenta fazer crer Gomlevsky. Alguns são refugiados com risco de morte se retornarem à seus países de origem; outros, a maioria, são realmente refugiados “econômicos”.
    Esse problema foi criado pela incompetência dos diversos governos de Netanyahu em controlar nossas fronteiras. Da mesma maneira que os africanos entraram ilegalmente pela deficiência no controle das fronteiras poderiam entrar facilmente milhares de terroristas.
    O Rabino Lau, sobrevivente do holocausto ele mesmo, ex Rabino Chefe e atual Presidente do Yad Vashem, se manifestou contrário a expulsar qualquer pessoa, de qualquer raça ou religião, que corra o mais remoto risco de perder a vida em decorrência dessa expulsão. O Ministério do Interior deveria examinar cada caso para avaliar o potencial de risco de morte de cada um e não o fez. Apenas um refugiado recebeu resposta afirmativa. Os outros milhares de pedidos de asilo simplesmente não receberam resposta, nem mesmo resposta negativa. Os principais políticos por trás dessa decisão são pessoas de moral duvidosa e alguns deles estão sendo investigados por crimes diversos e corrupção. O próprio Ministro do Interior já esteve na cadeia por corrupção, está sendo investigado novamente e é sério candidato a retornar à prisão. Necessitam de um “inimigo” para desviar a atenção de seus atos.

    • Suas palavras nos acusando por ódio e racismo apenas fortificam tudo o que dissemos. Felizmente escrevemos para pessoas capazes de ler corretamente, o que não parece ser o seu caso, pois apesar da matéria estar assinada por mim, inclusive com minha foto, o sr, prefere atribuí-la, erradamente, ao Ronaldo Gomlevsky. Quando a sua reclamação de que seu comentário não tinha sido publicado, nos acusando também de não publicarmos os textos sobre os quais não concordamos, apenas demonstra que o sr de fato não nos acompanha e não nos conhece em nenhuma de nossas mídias. Nossa característica é dar voz a todos os segmentos, inclusive aos segmentos dos quais discordamos. A moderação de posts é absolutizante necessária, não devido aos comentários, mas por causa dos spammers fazendo propagandas através de comentários nos blogs e portais do mundo inteiro. Sou professor formado no Yad Vashem, e lamentavelmente o rabino Lau está errado nesta questão, como já me expressei diretamente a ele. Não podemos comparar a perseguição dos nazistas aos judeus durante o Holocausto, com os problemas internos entre muçulmanos nos países muçulmanos. Nós judeus, muitos dos quais, descendentes de 700.000 judeus expulsos de países muçulmanos árabes e africanos não somos nem responsáveis pelas mazelas internas destas populações que não os querem lá, e muito menos somos responsáveis em tenta corrigir ou autanuá-las. Os muçulmanos fazem parte de uma comunidade de 1,5 bilhões pessoas, controlando 58 países, e não é para Israel que muçulmanos tem que recorrer. Qto a chamar parte dos refugiados de refugiados econômicos, é algo estranho de se imaginar, quando por cabeça, precisam desembolsar de 20 mil a 40 mil dólares entregues aos coiotes que realizam suas travessias.

  4. Isso, ao meu ver, se chama “politicamente correto”!
    É muito simples para aqueles que não constroem nada, não produzem nada e se acham no direito de apossar e até mesmo dizer quem está certo ou quem está errado nessa história. Eles devem voltar de onde vieram, eles devem digerir sua própria cultura em seu país de origem, eles devem sentir na pele o regime que eles mesmos escolheram para guiar sua nação.

  5. Eu poderia sugerir a solução Argentina mas iria arrumar uma briga pra 10 dias sem por o pé no chão rsrsrsrsrsrs

  6. Vejo que o discurso esquerdopata “politicamente correto”, o marcusianismo,o gramcismo e o marxismo cultural que está destruindo o Brasil a Europa e o mundo,também assola Israel. O texto é claro : “Há 58 países muçulmanos para onde os invasores deveriam ir”.
    – O nome já diz:
    imigrantes I-L-E-G-A-I-S. Portanto, se é ilegal devem ser deportados com urgência.
    – Israel precisa proibir essas ONGS de George Soros. Elas são o foco da loucura e doença mental esquerdista para a subversão dos valores saudáveis da humanidade, ou seja: a psicopatia esquerdóide.
    Silvio Marn

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