50 Anos da Guerra dos Seis Dias


Entre os dias 5 e 10 de junho Israel e os judeus de todo o mundo relembram os 50 anos, meio século, da Guerra dos Seis Dias. Eram dois objetivos básicos: destruir as forças aéreas do Egito e Síria, e libertar Jerusalém de 19 anos de nova dominação muçulmana, desta vez nas mãos da Jordânia. Com os judeus dominando Jerusalém a cidade é aberta a todas as religiões, inclusive aos muçulmanos, coisa que estes nunca fizeram. Em novembro iremos relembrar também a primeira libertação de Jerusalém de cerca de 400 anos dominação islâmica, nas mãos do Império Turco Otomano, pelas tropas britânicas durante a Primeira Guerra Mundial. A maioria das pessoas não percebe, mas foram os muçulmanos que venceram as Cruzadas. De 1197 até 1917, eles dominaram a região. Os turcos assumiram em 1517 e foram batidos em 1917. Mas antes deles os Mamelucos, oriundos do Egito, numa mistura étnica de diversos escravos, turcos e egípcios haviam governado desde 1250. Note que em 1948, os muçulmanos da Jordânia, retomaram Jerusalém dos britânicos e não dos judeus ou israelenses. Delicie-se com Ofra Haza cantando Jerusalém de Ouro e imagens emblemáticas da guerra de 1967.

1 Comentário

  1. Muito bom documentário e admiro o povo judeu por sua perseverança e resiliência contra o peso de carregar a escolha de Deus, em ser o povo escolhido, e toda a história de sofrimento e perseguição.
    A criação do Estado de Israel, foi a divida do mundo ocidental, com os judeus, pois na época da diáspora, o Império Romano, representava o mundo ocidental como ele é hoje, e sua intervenção, incorporação e expulsão dos judeus pelos Romanos, e depois com a decisão da ONU e devolver as judeus sua terra prometida, foi o pagamento dessa divida criada por nós mesmos.
    Só quem passou por essa tragédia de séculos de perseguição, pode entender o sentimento expressados pelos primeiros soldados israelenses diante do muro das lamentações, resgatando aquele sentimento de perda, como aquele soldado dissesse só para o muro ouvir e Deus, NÃO TE ESQUECI E ESTOU AQUI DE VOLTA PARA FICAR EM NOME DE TODOS AQUELES QUE PASSARAM E PROMETERAM NO PASSADO, JERUSALÉM ANO QUE VÊM.
    Foi assim que senti ao ver seu belo e curto documentário.
    Parabéns mais uma vez.

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