SIONISMO

Até o ano de 1967, o sionismo nada mais era do que um movimento nacional de libertação que tinha desembocado na criação do Estado Judeu, estado este que recebeu o aval e o beneplácito da maioria dos países-membros da Organização das Nações Unidas.

O que se passou após 1967?

Desde os primeiros dias do ano acima descrito, Gamal Abdel Nasser, o militar que destronou através de um golpe de estado, o rei do Egito, tomando-lhe a coroa, passou a ameaçar o Estado de Israel, declarando quase diariamente que iria jogar os judeus ao mar. Que iria destruir Israel e que não havia lugar para uma bandeira com a Estrela de David, tremulando entre as nações árabes.

Muito bem! Na medida em que apenas ameaças eram proferidas e, não só por Nasser, mas também por Hussein, o rei da Jordânia, por Assad, o ditador sírio, pelos frágeis políticos do Líbano, por sauditas, iraquianos e outros, não havia grande problema.

Acontece que no início de junho de 1967, Nasser resolveu expulsar de Suez as forças de paz da ONU fechando o canal do mesmo nome à navegação com destino à Israel.

Sucede que as forças de defesa israelenses, para fazer curta uma história longa, derrotaram todos os exércitos árabes sob o comando do boquirroto Gamal que significa camelo na língua dele, em apenas seis dias de guerra.
Eliminaram toda a aviação inimiga na pista de decolagem, antes que pudesse atacar o território israelense. Reunificaram Jerusalém e o Muro das Lamentações, anexaram as Colinas de Golã, de onde o exército sírio atacava diariamente, por anos e anos, de cima para baixo, israelenses camponeses que trabalhavam em suas lavouras. Reconquistaram a Judeia e a Samaria, territórios bíblicos, na época em poder da coroa jordaniana, conhecidos pelo nome comum de Cisjordânia e foram obrigados a manter Gaza com seus dois milhões de palestinos ao ocuparem todo o deserto do Sinai com suas belas praias, seus poços de petróleo e o monte de onde Moisés teria se encontrado com Deus, recebido os Dez Mandamentos e destruído o Bezerro de Ouro.

Foi de fato e de direito a vitória do judeu David contra o então árabe Golias.

O mundo assim apelidou a inesperada e incontestável vitória de Israel naquele então.

Eu presenciei estes fatos. Quem quiser conhecer e se aprofundar na história, vá ao Google.

Com o tempo, o mercado falou mais alto.

Como pode um povo com cerca de 17 milhões de almas sustentar a verdade dos fatos com o passar do tempo, quando o adversário representa um mercado consumidor de mais de um e meio bilhão de seres humanos?

As coisas começaram a virar. Houve o início dos atentados terroristas pelo mundo afora, contemplando alvos judaicos e não judaicos. Atingindo judeus e seus aliados. Mutilando, queimando e matando gente que lia em bibliotecas, que se preparava para disputar jogos olímpicos, que estava sorvendo sua cerveja em bares e restaurantes, gente que assistia a peças de teatro e filmes em cinemas e gente que apenas passava por locais onde atentados estavam sendo cometidos.

O mundo se assustou. O petróleo disparou de preço com a fundação da Organização dos Países Produtores de Petróleo, a OPEP, e, assim como na Idade Média, os judeus foram culpados de envenenar as águas de rios e mares em função de doenças ocorridas, nos tempos modernos, ao invés do mundo culpar os árabes pelo que se passava, quem pagou o pato foi o sionismo. Não mais um movimento bem sucedido de libertação do povo judeu, mas agora, já no ano de 1975, um movimento considerado pela ONU como racista, com o aval de um dos governos brasileiros da ditadura, aconselhado pelo Ministro das Relações Exteriores, Azeredo da Silveira, e chefiado por Ernesto Geisel, descendente de alemães.

A partir de então, todas as formas de ataques internacionais contra o Estado Judeu, através da política internacional, da imprensa internacional e de ONGs, que dizem trabalhar pela paz mas que não fazem outro movimento a não ser tentar punir o Estado de Israel, passaram a acontecer, baixo a perplexidade de instituições judaicas em todo o mundo e sob os olhares congelados pelo susto de aliados não judeus do Estado Judeu e dos judeus, seus concidadãos, nos países onde nasceram e onde vivem.

Nós, um grupo de brasileiros, judeus e não judeus, acabamos de fundar a ASBI- Associação Sionista Brasil-Israel pelo sionismo e por Israel.

Vamos lutar em nosso país pelo restabelecimento da verdade sobre o assunto.

Não vamos aceitar calados que conceituados órgãos de imprensa nacionais mintam e tergiversem sobre notícias que vêm do Oriente Médio, escondendo o terrorismo muçulmano radical e, sempre tentando culpar as vítimas de esfaqueamentos, apenas para dar um exemplo prático, de estarem com seus pescoços na hora errada e no lugar errado.

Vamos combater a empulhação de jornalistas inescrupulosos e vamos levantar bem alto, a bandeira do SIONISMO, hoje tão maculada por definições oriundas de interesses pecuniários e de poder, absolutamente alheios à verdade dos fatos.

Junte-se a nós em defesa da veracidade da informação, da dignidade de um povo que apenas quer defender sua vida e seu Estado e no combate ao terror internacional através do livre debate e da divulgação da verdade.

Você, democrata e ser humano de bem, é o nosso eterno parceiro!!!

SIONISMO SEMPRE! MENTIRAS NUNCA!!!

Ronaldo Gomlevsky

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Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

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