O AIATOLÁ TÁ CÁ !!!

Minha gente, esta história do Mister Araki mais parece uma brincadeira.

Vinha, não veio, veio! Não ia falar, chegou, falou e não admitiu o contraditório.

Pergunta que não quer calar!

O que fazia sentado ao lado da figurinha nefasta de turbante branco, na palestra que deu sem responder a perguntas e sem receber jornalistas que desejavam esclarecimentos, o senador petista pelo Estado de São Paulo, Eduardo Suplicy?

Você que está me lendo sabia que um irmão (Anésio Lara Campos Jr.) do velho Supla, já falecido foi um conhecido negacionista do Holocausto e, dizem, esteve envolvido com um suposto partido ou grupo nazista no Brasil?

Se esta é para você uma notícia nova, pesquise no Google e saiba mais!

Não dá para entender como as autoridades brasileiras recebem no território nacional, uma figura que prega a eliminação do Estado de Israel que até prova em contrário é um estado amigo do Brasil e ainda oferece garantias de segurança ao narigudo em sua estada, deslocando guardas (Dragões) fardados com a indumentária da Independência para proteger um falante unilateral sem diálogo e sem a possibilidade de contestação por parte dos presentes. Este fato da falta de diálogo fere, dentro de nosso regime democrático, legítimos direitos de pessoas que ali se encontravam e que gostariam de ter se manifestado.

A verdade é que autoridades brasileiras permitiram a entrada deste cidadão no Brasil e este não é um tema que mexe só com quem defende Israel. É, sim, um assunto absolutamente ligado à democracia brasileira, desprotegida neste momento, vez que não toma providências contra quem defende um regime de força em seu país, defende no Oriente Médio a extinção de um país livre que é o único estado judeu existente na face da terra e, ainda por cima, sendo alguém acusado de juntamente com seus superiores religiosos, estar envolvido no que ocorreu com a AMIA em Buenos Aires, com mais de trezentas vítimas, sendo cerca de 90 fatais.

Brasileiros judeus e não judeus serão chamados por nós para se manifestarem e terão oportunidade de declarar sua opinião sobre a muçulmanização das favelas mais povoadas do Brasil e também sobre este tipo de convite e de palestra na qual iranianos chegam ao nosso país para “ensinar” os brasileiros a combaterem o terrorismo internacional que o país do palestrante tanto é acusado de incentivar e financiar.

Piada de mau gosto!!!

Quanto a entidades nacionais e estaduais representativas das comunidades judaicas que se associam a grupos religiosos que não aceitam Jerusalém como a capital do Estado de Israel e jamais se declararam a favor da existência em paz do Estado Judeu, deixo claríssimo que com elas não posso concordar.

Digo: quando uma de nossas entidades representativas assina qualquer declaração com outras entidades que tenham o mesmo peso, na sociedade brasileira, só devem fazê-lo, dentro da agenda que interessa aos judeus.

Isto, sempre! Independente da causa que estiver em tela.

Declarações conjuntas de entidades judaicas locais com entidades muçulmanas locais em minha opinião, devem ser assinadas, sim, se contemplarem a existência do Estado Judeu conhecido como Estado de Israel, existente hoje no Oriente Médio. Quando este fato é omitido sob a alegação que não é este o tema da declaração, a entidade judaica que assina ou divulga tal documento, está fazendo o jogo do inimigo.

Estamos mal servidos e apequenados em nossa representação. É o que sobra da chegada do “messias” iraniano ao Brasil.

Quem tem opinião a favor ou contrária ao acima, que escreva!!!

Publicaremos.

Ronaldo Gomlevsky
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Ronaldo Gomlevsky é jornalista, advogado e empresário.

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