O BRASIL, A ONU, A DIPLOMACIA DE ISRAEL E JERUSALÉM

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A ONU, através da UNESCO, a mais potente e nova arma contra ISRAEL, plantou a mão na orelha do Estado Judeu.

Acaba, como muita gente já sabe, de declarar que Abrão se chamava Ibrahim e que não era hebreu coisa nenhuma.

Esta votação tão vergonhosa que chega a ser engraçada, me lembra a estória que me contou Sharon, num de nossos três encontros: estava o então primeiro ministro de Israel conversando com Arafat e lhe disse:

– Arafat, vou lhe relembrar o que ocorreu há três mil anos num dos oásis que existem aqui no deserto da Judeia.

Alguns hebreus, após andarem mais de 500 quilômetros por este deserto, durante meses sem água, descobriram um oásis. Beberam água à vontade e logo tiraram suas roupas, deixando-as na margem do espelho d’água, com o intuito de se refrescarem do escaldante calor local. Nem bem todos os hebreus entraram na água, eis que de repente surge um bando de palestinos e roubam as roupas dos hebreus que estavam empilhadas na margem do pequeno poço.

Foi então que Arafat se levantou e com o dedo em riste na direção do primeiro ministro do Estado judeu, bradou:- Você é um mentiroso, Sharon! Há três mil anos não existiam os palestinos!!!

Não existiam há três mil, a mil, a quinhentos, e também não existiam há cinquenta anos.

É isso que a ONU, a UNESCO, o PAQUISTÃO, a CHINA, a RÚSSIA, a JORDÂNIA, o EGITO, o QATAR, o IÊMEN, a SÍRIA, o LÍBANO e outros 13 países sabem muito bem. Sabem que os “palestinos” existem apenas após 1964 como invenção do Egito contra Israel. E, também sabem que os hebreus estão naquela região há mais de cinco milênios.

Vale ressaltar a questão da bandeira palestina.

Desde o ano 136 de nossa era comum, quando a maioria dos judeus foi massacrada pelos exércitos romanos e o grosso dos israelitas que sobraram foi expulso do Oriente Médio, passando pelas cruzadas, pelo Império Otomano, pelo mandato Britânico, pelo mando territorial egípcio em Gaza e jordaniano nas regiões de Judeia e Samaria, mais conhecidas do grande público como Cisjordânia, JAMAIS, em tempo algum, foi hasteada qualquer bandeira “palestina”.

Você saberia responder por quê? Não? Aí vai a resposta: simplesmente porque jamais existiu um país chamado Palestina em algum lugar qualquer do planeta, em tempo algum que não fosse simplesmente na cabeça de Gamal Abdel Nasser.

É bom lembrar que Nasser foi o ditador egípcio que, no meio dos anos 60 do século passado, estimulou com a história de “Palestina” um tal Ahmed Shukairy, o primeiro patrão e chefe de Yasser Arafat, contra Israel.

Fato ocorrido no marco das pendengas da RAU, a natimorta República Árabe Unida, apenas para infernizar os judeus a quem ele, Nasser, já tinha expulsado do Egito, poucos anos antes, com uma mão na frente e outra atrás, num dos maiores roubos da história do Oriente Médio.

Meus queridos concidadãos, atentem! Apenas para esclarecer: o governo Temer, através do motorista – Ministro das Relações Exteriores, Aluísio Nunes, se uniu a outros 21 países e teve a cara de pau de votar na UNESCO, pela negação da relação dos judeus com Jerusalém e com os túmulos dos patriarcas do povo hebreu, Abrão, Isaac e Jacó que estão enterrados em Hebron.
E, daí?

Você, brasileiro como eu, está com vergonha? Tomara Deus, todos os problemas que Temer está nos causando fossem só deste tamanho. Um governo que não se sustenta, acusado por todos os lados de práticas não republicanas por diversos de seus membros, vai à ONU, à UNESCO e faz um papel vergonhoso que enlameia mais ainda sua face de gafes internacionais diante da nação estarrecida, se juntando à parte do mundo que apenas se interessa pelo mercado representado por um bilhão e oitocentos milhões de muçulmanos.

É bom que se registre que o país de Rodin, Voltaire, Robespierre e Napoleão, a França finge desconhecer a história da humanidade. Escondeu-se. Desta vez se absteve. Provavelmente chantageada pelo medo que os cidadãos franceses têm do recrudescimento dos ataques terroristas.

Vale registrar que Sodoma e Gomorra arderam no mármore do inferno por falta de moral e de caráter. Aí está o aviso. Não se brinca impunemente com o fogo que emana da Sarça Ardente!

Israel, o Estado de menos de 10 milhões de habitantes só tem uma saída. Tenho dito que a nação-exército só conta mesmo é com as armas que possui e com seus soldados. O mundo continua lhe sendo padrasto.

Quantas derrotas diplomáticas o Estado Judeu acumula desde que tendo sido David até 1967, foi transformado em Golias de 1973 em diante pelos petrodólares?

E, para piorar ainda mais a posição de Israel no contexto da diplomacia mundial, este é um estado avesso a profissionais de carreira na área, capazes de dialogar de igual para igual com os diplomatas profissionais de outros países que não brincam em serviço. Não é à toa que chineses, russos, americanos, ingleses e franceses, gastam uma baba com suas embaixadas e consulados. Os poucos diplomatas israelenses capazes são exceção. Estão longe de ser regra.

Israel ainda tem o pensamento canhestro de que gastar dinheiro com missões diplomáticas profissionais, significa jogar bufunfa fora. Basta ver a condução da diplomacia do Estado Judeu na Cidade Maravilhosa. A diplomacia de Israel trabalha no Rio como se aqui fosse desnecessária uma atuação profissional.

Israel, no Rio de Janeiro, em termos de representação, faz o tempo passar sem grandes pretensões. Escala um amador local na área, como se a Cidade Maravilhosa fosse uma aldeia com 500 habitantes no interior da Polônia.

Bem, voltando ao mais recente voto brasileiro na UNESCO: o Brasil mais uma vez, trocou a verdade pelo mercado.

Aos democratas brasileiros, judeus e não judeus que conhecem um mínimo de história, resta a certeza de que em nosso país, os “vendilhões do templo” estão pela bola sete.

A caçapa pode vir a engoli-los pela firme tacada de um judeu!

É esperar menos de 24 horas para conferir.

Quem estiver vivo mais à tarde, tomará conhecimento.

Espero estar certo!!!