O TERRORISMO MUÇULMANO E O BRASIL

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Estará desembarcando no Brasil esta semana o aiatolá iraniano Sheik Mohsen Araki.

Quem é esta figura? É um grande amigo e aliado do Aiatolá Khamenei, um dos mais influentes líderes religiosos e políticos do Irã.

Araki viaja pelo mundo pregando as ideias atuais dos donos do Irã de hoje, antiga Pérsia, em mesquitas e espaços políticos patrocinados por seu país.

É sempre bom lembrar que o Irã está não só intimamente ligado à pregação específica do mundo islâmico mais retrógrado pela destruição do Estado de Israel como é acusado de ter atuado fortemente através de seus agentes internacionais no caso da Associação Mutual Argentina-AMIA, em Buenos Aires, quando a sede daquela instituição guarda-chuva judaica argentina foi lançada aos ares através de um atentado terrorista que usou um caminhão-bomba com carga altamente explosiva tendo resultado na morte e no ferimento de mais de duas centenas de pessoas judias e não judias que trabalhavam naquela instituição ou passavam, no momento, pela rua na frente do prédio atacado.

Qual a ligação da chegada deste cidadão ao Brasil, com o avanço das conversões ao Islã, nas regiões e nas áreas mais pobres do Brasil, em crise financeira?

Qual a ligação deste fato com outro fato absolutamente estranho que dá conta de que deputados brasileiros tem proposto no parlamento em Brasília, a modificação da lei educacional em nosso país para que as escolas públicas nacionais passem a ensinar “cultura islâmica” quando não há quem não saiba que não existe cultura islâmica e sim RELIGIÃO ISLÂMICA.

Por que, com qual interesse, financiados por quem, políticos brasileiros estão envolvidos com a ideia de ensinar aos nossos filhos, religião islâmica em escolas brasileiras?

Quando se imagina que a justiça e a polícia vão agir contra tão grave situação, eis que nos aparece o ministro das relações exteriores, membro do PSDB, Aluísio Nunes, que foi motorista não de Carlos Marighella como muitos pensam, mas de Luis Carlos Prestes, brandindo a bandeira da permissão indiscriminada para a entrada de “refugiados” dos países árabes conflagrados por guerras fratricidas.

Como pode um país onde não há empregos suficientes para seus nacionais, arregaçar suas fronteiras para imigrantes que sequer são aceitos nos países onde se fala a mesma língua, se tem os mesmos hábitos e se venera a mesma forma de diálogo com Deus?

Por que estes cidadãos não batem à porta da Arábia Saudita, do Egito ou da Jordânia?

Por que nestes países, as autoridades não querem confusão dentro de suas fronteiras.

No próximo sábado, 29 de julho, Araki estará oferecendo palestra em São Paulo, no Novotel Center Norte contra o terrorismo.

Araki não é um novo Araki. É o mesmo que prega o uso da violência desmedida contra aqueles que tem ideias diversas das que fazem parte do cardápio iraniano.

É para rir ou para chorar?

Você já ouviu falar em Ahmadinejad, recebido por Lula no Brasil, com flores, beijinhos e troca de presentes?

Então! Araki é o ideólogo daquele ex-presidente iraniano que ia dormir e acordava, além de repetir todos os dias em suas preces e conferências, além de aparições internacionais, o mantra que prega a destruição do Estado Judeu.

Ministro Aluísio Nunes, o senhor deve explicações aos democratas brasileiros.

Tenha coragem, saia de sua mudez “republicana” e venha às ruas através da imprensa explicar que porcaria é esta que o senhor está permitindo, juntamente com o Ministério da Justiça, em nosso país.

Qual o objetivo de deixar entrar no Brasil este tipo de gente que prega a destruição de um país amigo e culpa os judeus pelas infelicidades do Islã?

Quem está patrocinando esta situação e com que finalidade?

Há quem diga que há nesta história o dedo do Hezbollah(?) através de seus agentes no Brasil.

Caso aconteça no Brasil, com a mansa CONIB e seus mansos dirigentes indo pelos ares, o que aconteceu na Argentina com a Amia, o senhor vai dizer o que? Que não sabia? Que foi enganado? Que não foi avisado? Se responsabilizará?

Os homens de bem brasileiros o responsabilizarão! Os democratas do Brasil apontarão seus dedos em sua direção!

Eu o responsabilizarei!

Como diz, todos os dias, o Boris Casoy: ISTO É UMA VERGONHA!!!

Acorda, Jacó!

Por Ronaldo Gomlevsky